Com uma nova técnica de cultivo, o Sul de Minas quer se tornar mais um polo brasileiro na produção de vinhos

Cachos carregados de uvas shiraz, cabernet sauvignon e chardonnay aguçam o desejo de degustar uma taça de vinho na charmosa região de noites frias. Uma situação corriqueira se a cena se passasse em um vinhedo na França, na Itália ou no Chile. Não é o caso. A paisagem cheia de videiras é o novo retrato do Sul de Minas, que quer se tornar mais um polo de produção de tintos, brancos, rosés e espumantes de qualidade no país. Terra de bons cafés, queijos e cachaças, nosso estado vem buscando seu lugar na enologia brasileira graças a uma nova técnica de cultivo, desenvolvida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Pelo menos dez fazendeiros da região estão aplicando o método, que consiste na inversão dos ciclos de poda e colheita das uvas para produzir os chamados vinhos de outono. O rótulo pioneiro – o Primeira Estrada, da Fazenda da Fé, em Três Corações – chegou ao mercado em 2010 e pode ser encontrado em supermercados e restaurantes da capital. Outras marcas, que descansam em barricas de carvalho nos municípios de Andradas, Cordislândia, Três Pontas e Caldas, começam a chegar às gôndolas até o fim do ano.

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